
Fotografia: MC
Tanto faz... Quer dizer, para cada um faz uma grande diferença, mas para o Clube é igual. Conseguimos a magia de nos darmos bem (mesmo com a "bilhardice" própria de uma associação deste tipo e de um lugar como o Baleal), independentemente (tantos "n", "e" e "t" que tem esta palavra...), das nossas opções pessoais. Isto quer dizer que algo nos une - e é isso que temos que potenciar. Será que conseguimos manter esta chama até Agosto?
A carta dos BIRRRAS deixa-me muito esperançado!
Bom fim de semana
MC
PS. e viva o "???????" (cada um que adivinhe...)

Fotografia: MC
Outra actividade que temos que preparar durante o Inverno, é o snooker.
Há bastante tempo que não há campeonatos, e temos que promover, quer aulas de snooker (quem se oferece para instrutor, e em que meses, com que plano de formação, etc?), quer competições (devidamente entusiasmadas por claques e público "fanático")...
De qualquer forma, uma das mudanças (que sabemos vai ser polémica)será "dignificar" a Sala Paulo Zé Vidal, de forma a que não vejamos crianças de "tenra idade", mais baixas do que o tampo da mesa, a quase rasgar o pano, ou "treinos" de longas horas com bolas que ficam avulsas na mesa, sem o contador registar nada.
Tal como não se joga bridge sem aprender o burro-em-pé, a bisca ou o king, também não se deve avançar para a mesa de snooker sem passar por outras fases das actividades de Verão. Cada coisa a seu tempo, para que nunca se fique sem nada para fazer...
MC

Recebemos um comentário anónimo referente aos "cães", lançando acusações sobre sócios do Clube e insinuando hipocrisia nas nossas "divagações" sobre os acontecimentos do passado e do presente.
Resolvi apagar esse comentário, porque a acusação é vaga, sem provas, a coberto do anonimato total (nem sequer endereço de mail) e, ainda por cima, algo despropositada.
"Um blog não é um chat, nem é uma retrete". Sorry, boys (ou girls), mas enquanto detivermos o username e a password, quem define as regras do blog somos nós...
MC

Pieter Breughel - Children´s games - Kunshistorisches Museum - Viena, Áustria
Alea jacta est. Os dados estão lançados. Citius Altius Fortius. Como neste quadro de Breughel, tão bem representativo das actividades lúdicas em comunidade, eles aí estão: os Jogos Olímpicos do Baleal - 2004, que já têm voluntários para os organizar: Tomaz Bairros, Pedro Cordeiro, André Bonnefon. E porventuraq mais duas pessoas que se apresentem ao "serviço". Quem vai subir ao podium em que modalidades? Escusam de pensar em disciplinas como "contagem de carros estacionados na iha", porque este Agosto, nesse sentido, vai ser ameno...
Mãos à obra e ideias a flutuar. O futuro é hoje, já... e o Verão está à porta (enfim, excesso de optimismo "bandeirante"...)
Entusiasmo - é apenas o que é preciso
MC

Fotografia e montagem: MC
As recordações da Tita Mendonça trouxeram à baila o tema das Olimpíadas do Baleal. As últimas foram em 1997 e organizou-as um grupo de que gostei muito de fazer parte, mas cujos pilares foram o Guilherme Formosinho e o Pedro Teixeira Duarte (até porque às tantas desertei do ‘comité’ para poder entrar!). Foram feitas em cima do joelho, com muito improviso e teimosia (é que já um ano antes tínhamos querido fazê-las, mas existe uma polémica não resolvida sobre se se devem fazer no ano dos Jogos Olímpicos verdadeiros ou no a seguir, sendo certo que ambos os casos já se deram). O importante é que a população aderiu e, durante uma semana, seis equipas de dez pessoas cada deram o litro e divertiram-se muito, bem como os que ajudaram, arbitraram ou simplesmente ficaram a ver. Ele foi nadar, correr, jogar à bola, surfar, atirar setas, lançar o pedregulho, eu sei lá... sobretudo rir! A modalidade mais árdua era arrancar os atletas da cama para as provas da manhã (lembras-te, Inês Baltazar?).
No final das provas, fez-se no Clube a entrega de diplomas, todos com selo de lacre! Os participantes iam vestidos de acordo com os nomes das equipas: os “Drím Tím” de pijama, os “Burrogotchis” disfarçados de uns bonecos electrónicos que todos os miúdos manuseavam nesse ano, os “Coitadinhos & Aleijados” cheios de pensos e ligaduras, etc... Presidiu à função a nossa querida Adriana, e depois houve um desfile à volta da ilha que, à boa maneira balealense, foi abençoado pela chuva (mas atenção que tocha que o Teixeira Duarte, exímio escuteiro, confeccionou, manteve-se sempre acesa).
A nossa intenção era assegurar a continuidade das Olimpíadas. Ou, melhor dito, dos Jogos Olímpicos, já que, como na altura nos explicou o Alfredo Laranjinha, a Olimpíada é o período de quatro anos entre duas edições dos Jogos Olímpicos. Pois a actual Olimpíada balealense já vai em sete anos. A vida dos membros daquele grupo levou a que em 2001 e nos anos seguintes não estivéssemos muito tempo juntos no Baleal. E ninguém agarrou o testemunho. Fica, pois, o apelo: recuperemos os Jogos Olímpicos do Baleal. É sabido que o Zé Maria Bonnefon, aqui há uns tempos, me falou de planos nesse sentido. Apoiemo-lo, ou a quem tiver a coragem de tomar a iniciativa!
Um abraço amigo do
Pedro Catanho de Menezes Cordeiro
Estas estrofes foram enviadas pelo Vítor Borges Ferreira, e foram legadas por José Cândido Bonnefon, pai do Zé Maria

Fotografia de MC (com Pintura de Fernão Gomes. Biblioteca Nacional de Lisboa). Montagem: MC
PRAIA DO BALEAL
Pegai no mapa. Vede Portugal.
Contornai sua costa até a altura
Do cabo, ao centro, mais ocidental.
Logo acima achareis uma figura
De minúscula península – o Baleal-
Praia de extraordinária formosura,
Terra de encanto, sonho de maravilha
Que, às vezes, se transforma numa ilha.
Entre Peniche, erguida mais ao sul,
E as Berlengas, ao longe denegridas,
O mar mais verde, o céu mais limpo e azul
A destacar as rochas carcomidas
Ora cobertas com seu véu de tule,
Suas ondas inquietas, insofridas,
Já impregnando os ares de salsugem,
Vão sempre murmurando e, às vezes, rugem.
Circundada por múltiplos penedos,
Perto dos quais o bom crustáceo medra,
E enquadrando uma série de lajedos
Inclinados, Baleal, a vasta exedra
Com a sua biblioteca de rochedos
Em que livros e folhas são de pedra,
Albergue foi dos deuses folgazõis
Neptuno e Tétis, Ninfas e Tritõis.
Estes deuses lhe deram formosura
Ao alindar melhor a sua guarida
Visto que, aproveitando uma planura
Imensa, a linda praia foi batida,
Toda em doirada areia lisa e pura,
Em suave inclinação despercebida
Onde, já brando, se espreguiça o mar
E as filhas de Nereu se vão banhar.
Estrofes, à maneira de Camões, compostas por J. F. Ventura
BALEAL, 01 de Abril de 1954

Fotografias: MC
Aqui ficam umas imagens que tirei das buganvílias do João Baltazar, na Atouguia - neste início de Inverno sabe bem saber que a Primavera é assim colorida... e para quando desafiar Raúl Brandão e o Baleal, e tentar que haja pelo menos uma árvore na Ilha, para além da figueira tão citada na obra do escritor? Quem se atreve? (palmeiras? pinheiros? acácias?... um engenheiro agrónomo que ajude!)

Entretanto, queria informar-vos que temos 99 comentários no Blog, nas 22 entradas! Um sucesso. Mas precisamos de mais mails de famílias - peço a cada um que envie, se não o fez já, os mails dos pais, tios, avós, sobrinhos, e outros familiares, para rapidamente chegarmos aos sócios possíveis, que são mais do que os mails que já temos. Assim poderemos enviar a newsletter, cartas, informações, etc. Vá lá... é só um esforçozinho de teclado! - isto deduzindo, claro, que as pessoas visadas não se opõem a que o endereço deles seja do conhecimento da Direcção... mas se já temos o endereço postal, creio que a diferença não será grande, enfim...
MC

Fotografia: MC
Spot, Cassius, Nilo, Long John, Tod, Badadulha, Flick, Spike, Pinha, Bubas, Harta, Preta, Concha, Whisky, Soda, Mondego, Lady, Chai, Dick, Lara, Vince, Tosh, Aurélio, Rodes...
As memórias parece que estão a vir ao de cima, juntamente com os episódios e as anedotas, do perro que andava em cima do telhado ao outro que ficou com os fundilhos de um jesuíta entre os dentes.
Cá estamos à espera... e venham mais cães, que a matilha ainda tem lapsos.
MC

Fotografia: MC
O tempo para o fim de semana parece não estar muito bom, segundo a previsão. Que tal ficarmos em casa, a escrever as histórias dos canídeos, que tantos mencionaram nos comentários, e a descobrir fotografias dos ditos nos armários e gavetas?
Promete-se uma exposição, um livro pela net e no site, e ainda um livro em papel, mesmo que de tiragem limitada. Isto se o número de colaborações for suficiente. Força nessas memórias e venham daí as histórias. (mesmo que sejam do mesmo episódio, será engraçado ver as várias versões...).
Podem enviar para o nosso mail: arre-burro@netcabo.pt ou, se for em suporte de papel, para Alameda Dom Afonso Henriques, 25 - 5ºDto 1800-190 LISBOA
Bom fim de semana!

Desculpem este interregno nos assuntos balealenses - ao fim e ao cabo, também tem a ver com o Baleal, porque apesar de único ainda é Portugal... - mas hoje, 20 de Novembro, comemora-se o 14º aniversário da aprovação, pela ONU, da Convenção sobre os Direitos da Criança. Portugal foi um dos primeiros países a ratificar esta Convenção, que tem força de Lei. Até agora, apenas dois países não o fizeram: a Somália e os EUA.
Nesta Convenção estão inscritos os Direitos dos menores de 18 anos, e a ONU exige aos países que apresentem, de quatro em quatro anos, um Relatório sobre a evolução da sua aplicação. E, apesar de muito a fazer, não estamos mal no contexto internacional. Para os mais distraídos destas coisas, vale a pena lembrar que, por exemplo, foi a Convenção que permitiu que o abuso sexual de crianças fosse considerado crime público.
E se o Baleal já foi a "praia das crianças" (e esperemos que volte a sê-lo com o reordenamento do tráfego) - então o Baleal está de parabéns...
MC
PS: já que estamos "numa de direitos", há que ser justo com a pessoa que faz com que o nosso blog funcione, a nível de web, e que, a titulo excepcional, e por compreender a dimensão do Arre-Burro, permitiu a inserção de fotografias, sem as quais o Blog não tinha um quarto da piada - o Engº Paulo Querido, gestor da weblog.com. Obrigado!

Por vezes esquecemo-nos deles, ou lembramo-nos quando se tornam impecilhos, "estacionados" na faixa de rodagem, curtindo o sol na entrada das casas ou ladrando mansamente.
Preferiram a liberdade do sal e do sol às mordomias alcatifadas de uma vida urbana - ou porventura nem sequer tiveram escolha. Mas são ou terão sido felizes, seguramente - o epíteto "vida de cão" não se lhes aplica.
Partiram na voragem das estações, ou permanecem ainda como ícones de um regresso às origens deste ecossistema - são os cães do Baleal. Tosh. Aurélio. e quantos mais?
Quem tem recordações, memórias ou fotografias? Podemos pensar numa exposição, com histórias e episódios, incluindo os mais antigos, ainda "a preto e branco", que povoaram as férias no Baleal - Soda, Whisky. Cada qual evoca uma memória - por isso sáo grandes como o Tempo
MC

O Tomás Formosinho mandou esta fotografia (e outras, que verão a "luz do dia" em breve).
Apetece perguntar aos sócios do AB se não sentiram já a nostalgia de ver os pores-do-sol a moverem-se dos Farilhões para a Papoa, e o anoitecer cada vez mais cedo, filtrado pelo gin de um copo ao fim da tarde.
Nostalgia boa, a que um livro apetecível e uma música soft (não me atrevo a sugerir, mas porque não Michael Nyman, Simon and Garfunkel, Reggiani ou Chico Buarque?!), dão a tonalidade adequada e certeira.
Este ano havemos de ter "percebes ao fim da tarde", com imperiais, vinho verde "estupidamente gelado" ou uns ice teas para os menos alcoolatras...
Obrigado, Tomás - e manda sempre
MC

Foi com 15 dias que os meus pais me levaram para o Baleal e antes de mim os meus irmão, primos, tios, avós e agora filhos. Era impossível passar por este site e ficar indiferente. Durante 50 anos foram guardadas, na minha memória, imagens e acontecimentos que me marcaram, uns pela positiva e outros pela negativa, mas esta ilha tem qualquer coisa gira que nos leva a pegar na máquina fotografica e tentar capturar aqueles momentos cheios de magia que só ela nos transmite. Gostava de partilhar alguns...
Maria do Carmo Formosinho Sanchez
Obrigado, Carmo, pelo texto, pela quantidade de fotografias que enviou, e pela sua qualidade. Escolhi esta, porque é a mais "nostálgica"...
Estamos aqui, sempre à espera dos balealenses...
MC

Fotografia: MC
Já repararam no pormenor? Que se repete em centenas de penas de centenas de gaivotas, maçaricos e garajaus.
São penas que não fazem pena, porque pena a pena, libertam-se as aves, rumo à liberdade.
Enquanto nós, ficamos na areia quente, a discutir, a debater, a apostar, a considerar, a adivinhar, se o dia nos trará ventos, nevoeiros, sol ou tempestades.
As gaivotas têm outra medida do tempo e do espaço. Que pena, não termos penas, não é?
MC

Fotografia: MC
Olá
Este ano vamos organizar concursos e exposições de fotografia, pintura, escultura e outras formas de arte e de criatividade. Teremos sessões de cinema e música para todos os gostos e idades. Aproveitem estes dias invernosos para tirar "coisas velhas" das gavetas, produzir obras novas... enfim, vão-se preparando.
E quem estiver interessado em expôr, avise a Direcção, para se programarem as actividades com tempo e com calma.
Bom fim de semana.
MC
Para um fim de semana romântico (porque não?!), seja onde estiverem, com quem seja e faça sol ou faça chuva.

De Robert Doisneau, Le Baiser sur ´l´Hotel de Ville. 1950
Je ne sais pas pourquoi je t´aime, mais pourtant je t´aime.
Em tempos de incertezas, de crise, de recessão, em tempos de ameaças, de vacilações nos valores e princípios, no primado do pragmatismo sobre a ética, fica um sinal do primum movens da Humanidade: o aperfeiçoamento e o amor. A paixão e o desejo, a preto e branco, com uma imensa paleta de cinzentos. Je ne sais pas pourquoi je t´aime, mais pourtant je t´aime. Je t´aime, Baleal.
Bom fim de semana
MC

Fotografia: El Pais
Há um ano, o mar encheu-se de fuelóleo e as praias da Galiza ficaram emporcalhadas pela incúria de muita gente, pela perigosidade das substâncias, bens e produtos com que lidamos, e pela falta de respeito que ainda existe relativamente às questões ambientais. Os efeitos desta catástrofe "não natural" são maiores do que os contabilizados e vão perdurar durante muitos anos.
E... se fosse no Baleal? E se o Prestige tivesse descido mais umas quantas milhas? E se os ventos tivessem mudado para o chamado "vento dominante", que sopra de noroeste?
Neste dia, creio que temos que ser solidários em pensamento e em atitude com a gente da Galiza, com as suas praias, com os seus percebes, gaivotas e algas e, quem sabe, com os seus Arres-Burros que talvez existam por lá.
NUNCA MÁIS.
MC
...como diriam os Dupond e Dupont...
Como administrador do Blog, acho que os comentários devem ser assinados, porque o Arre-Burro não é composto por sócios anónimos. No entanto, e porque há várias "versões da história", convido os nossos bloguistas a dizerem de sua justiça, até a Direcção se pronunciar sobre o assunto.
Por outro lado, e mesmo correndo o risco de usar critérios subjectivos, apagarei todos os comentários que considerar estúpidos, indecentes, despropositados, ofensivos ou idiotas. Assim, tout court. Porque não se criou o blog para servir de "chat" - e a diferença é muita.
Continuem a comentar e a escrever - aceitam-se toda as sugestões.
MC
A todos os bloguistas - esta serve para matar saudades, e vai como recompensa por todo este interesse.
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Espero que gostem, quentes ou frios.
MC
PS: a fotografia enviada pela Rita vem de um site (creio que dos Casais de Mestre Mendo) e a Rita desconhece o autor. Provavelmente foi mesmo o Peli - parabens! E o seu a seu dono...
Vejam como a Miss (Mrs?) Deanne Taylor vê o Baleal...
http://www-personal.umich.edu/~lilyth/europe/
(descoberto pelo Pedro Cordeiro)
A Sofia Knapic enviou esta fotografia, com a indicação de que é um espectáculo que muitos (os dorminhocos, acrescentamos nós) desconhecem: o nascer do sol no Baleal. Agradecemos e temos que dar a mão à palmatória: vemos bastantes mais pores-do-sol do que nasceres... e agora já sabemos o que perdemos...
Obrigado, Sofia!


Fotografia: MC
O mundo é feito de pequenos nadas, como escreveu Sérgio Godinho. E é feito de nós e dos outros, pequenos nadas do Cosmos, mas que marcamos com a nossa presença o sentido da mudança. Somos nós, e sem nós o Universo e a Vida seriam diferentes. Não sei se melhores, se piores, mas diferentes. Diferentes como nós. Todos nós. A espécie humana é tão admirável que “vem” em diversas formas, feitios e cores. E competências, E aspectos. E maneiras de ser e de estar. Da qual nós somos uma. Diferentes, como todos nós.
Como a onda do mar que, de repente, se revolta e cresce. E arrasa as dificuldades, os obstáculos e, finalmente se espraia na areia, com sofreguidão, amor e tranquilidade. Assim somos nós...
PS. um manual de matemática, adoptado por algumas escolas, convida os meninos a separar, em dois conjuntos diferentes, vários grupos de elementos: um dos grupos contém "pessoas normais" e "pessoas em cadeiras de rodas". Ah, grande Sistema de Ensino, verdadeiro hino à democracia e à sociedade inteligente e tolerante... e se se fizesse outros conjuntos: o dos autores "indescritíveis", o dos editores "inacreditáveis" e o dos conselhos directivos "abaixo de cão"? Era mais fácil para as crianças!

Então, bom Domingo, que segunda-feira há mais...
Abraços
MC

Fotografia enviada pela Rita Holbech Beirão
Olá.
Em primeiro lugar, bom fim de semana para todos.
Cá vamos "blogando", com o estímulo dos comentários que temos recebido - e vão sendo muitos. La nave va, como diria Fellini.
Ah! Hoje, sábado, há um eclipse total da Lua - fenómeno curioso para os que, no Baleal, têm "eclipses" totais do Sol quase todos os dias... mas com chuva ou nevoeiro, com ou sem banheiro, o Baleal é o primeiro!
Abraços
MC

Que estas imagens NUNCA mais se repitam!
Fotografia: MC
A Câmara Municipal de Peniche, através de um Despacho do seu Vice-Presidente, datado de 10 de Outubro, e na sequência de decisões da autarquia e da Assembleia Municipal, garantiu à Direcção do Arre-Burro que, cito, "serão
implementadas, com brevidade, no Baleal e na Ilha, as medidas destinadas a
acabar com a circulação caótica e o estacionamento inacreditável".
Esperamos, sinceramente, que seja desta vez que o reordenamento do trânsito se faça, e assim aguardamos tranquilamente, mas monitorizando com atenção "as cenas dos próximos capítulos", para intervir, se e quando acharmos necessário.
Se estas decisões vierem a ser implementadas, e pelo que sabemos estar na forja, teremos razões para aplaudir a iniciativa e vivermos o Baleal, no próximo Verão (e nas outras estações, aliás), de uma forma completamente diferente, e com uma qualidade de vida acrescida.
MC

Fotografia cedida pelo posto dos CTT de Ferrel
As Festas de Santo Estevão são já no próximo fim de semana, no dia 9 de Novembro.
Recuperando uma tradição antiga, um grupo de balealenses decidiu, no ano passado, fazer "renascer" esta Festa, e essa iniciativa traduziu-se por um enorme sucesso. Este ano, já vários sócios programaram uma deslocação ao Baleal - fora de época e sem carros sabe muito bem... -, para participar nestas Festas em honra do padroeiro da Ilha. Espera-se, aliás, que São Martinho se associe ao "colega" e abençoe o evento com o seu tradicional Verão...
O Arre-Burro associou-se à organização e o Clube estará aberto, para todos. Os proventos serão oferecidos à Junta de Freguesia de Ferrel, para ajudar na reconstrução do murete que apoia a Capela de Santo Estevão.
Até lá
MC

Fotografia: MC
O Clube "Arre-Burro" é o nome por que é conhecida a Associação dos Amigos da Praia do Baleal.
Com mais de 400 sócios, esta associação tem como objectivos promover a qualidade de vida e as actividades de entretenimento, recreio, cultura e lazer dos sócios, bem como a defesa do ambiente e do ecossistema que o Baleal constitui, para que corresponda, mais e mais, ao que o escritor Raúl Brandão apelidou de "a mais bela praia de Portugal".
A 3 km de Peniche e a 90 de Lisboa, esta "ilha", ligada agora a terra por um pequeno istmo de areia, é um momento raro e único na costa portuguesa.
Seja com nevoeiro ou nortada, seja na tempestade ou nos dias amenos, seja com céu azul e sol abundante, o Baleal é... o Baleal. E para quem gosta desta praia, que mais do que uma praia é um sítio, um lugar, um espaço e um estado de alma, os pormenores e os epifenómenos são irrelevantes, porque há uma mística que nos une e que nos une ao Baleal.
Mário Cordeiro
presidente da Direcção

Fotografia: MC
O Arre-Burro não podia ficar afastado das evoluções cibernéticas - e aqui estamos, ao alcance de todos os navegadores do mundo inteiro, bastando um "click" para nos encontrarem.
A nós, e à praia "mais bela de Portugal" - o Baleal, pois claro.
Apareçam, comentem, critiquem e sugiram.
Este blog é de todos.
MC